O futuro do agronegócio brasileiro contra o coronavírus

A pandemia da COVID-19 ocorreu em um momento de grande exposição da carteira de crédito a pessoas físicas e pequenas e médias empresas, tornando necessário que empresas e Estado, foquem suas ações dentro e fora do campo, em novos planejamentos, planos de contingência e em prever os impactos que este momento trará para a posteridade. te.

Em relação ao agronegócio, mercado e a economia global apresentam cenários animadores, porém com probabilidade de diminuição no avanço tecnológico e financeiro, em todo o mundo. Um dos mercados financeiros mais afetados é das commodities, ligadas diretamente ao agronegócio, sentiram o risco devido a existência do vírus, acarretando oscilações tanto nas plantações quanto nos pastos, afetando diretamente o mercado externo.

O governo já adotou algumas medidas em relação ao crédito agrícola, em especial direcionadas à prorrogação de dívidas dos pequenos produtores, porém, é necessário estabelecer estratégias e políticas que sinalizem tanto garantias de crédito, quanto a mitigação do risco para a próxima safra, principalmente para os setores mais vulneráveis como o de frutas, hortaliças, produtos perecíveis, lácteos, biocombustíveis e agroindústrias.

Tratando-se do Brasil, um grande celeiro perante a outros países, o campo permanecerá firme, perante as dificuldades, visando um futuro próspero, com possibilidades de diversificar e/ou intensificar a participação dos produtos brasileiros no mercado internacional sem grandes prejuízos.

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